Nada é mais frustrante do que investir em uma reforma ou construção e, na primeira chuva forte, perceber água entrando pelas janelas. A infiltração em esquadrias de alumínio é um problema comum — mas que pode ser completamente evitado com engenharia correta e instalação profissional.
Diferente do que muitos pensam, a água não entra apenas porque a esquadria está velha. Existem três pilares técnicos que garantem a estanqueidade de uma esquadria — e a falha em qualquer um deles abre caminho para a infiltração:
A água que bate no vidro escorre para o trilho inferior. Se não houver rasgos de drenagem (usinagens) feitos corretamente no alumínio, essa água acumula no trilho e transborda para dentro. Os drenos — pequenas tampinhas plásticas na parte inferior da esquadria — são o componente mais negligenciado e o mais crítico para a estanqueidade.
Guarnições de borracha EPDM — as mesmas usadas em portas de automóveis — são superiores às escovinhas simples de nylon. O EPDM cria uma barreira hermética contra vento e chuva, mantém a elasticidade ao longo do tempo e não resseca. Escovinhas de nylon perdem eficiência rapidamente e permitem a passagem de ar e água.
O contra-marco é a peça chumbada na parede — é a interface entre a esquadria e a estrutura. Precisa estar perfeitamente nivelado e selado com silicone de cura neutra ou polímero específico. Silicone convencional ou acetático corrói o alumínio ao longo do tempo e perde a elasticidade, criando fissuras por onde a água penetra.
A NBR 10821 define os critérios de ensaio para esquadrias externas — incluindo testes de estanqueidade à água sob pressão de vento. Esquadrias que seguem essa norma e são instaladas com precisão industrial têm o caminho da água sempre garantido para o lado de fora, independente da intensidade da chuva.
Na Central Vidros e Esquadrias, cada projeto é usinado com precisão industrial — drenos dimensionados, vedações em EPDM e instalação com silicone de cura neutra fazem parte do processo padrão, não de uma versão premium.
Maicon Cerqueira — Engenheiro Civil, Diretor da Central Vidros: “Quando chega uma reclamação de infiltração em obra entregue, o primeiro lugar que verificamos é o dreno. Em quase todos os casos ele está entupido com resíduo de obra ou foi instalado sem o rasgo de saída correto. Um dreno limpo e bem usinado resolve 80% das infiltrações que parecem ser problema de produto.”
Infiltração em esquadria nova quase sempre indica falha na instalação — não no produto. As causas mais comuns são: drenos ausentes ou entupidos com resíduo de obra, contra-marco mal selado, uso de silicone acetático que corrói o alumínio, ou vedações de qualidade inferior. O material raramente é o responsável.
A borracha EPDM cria uma barreira hermética contra vento e chuva, mantém a elasticidade ao longo do tempo e não resseca. As escovas de nylon são mais simples, perdem eficiência rapidamente e permitem passagem de ar e água com maior facilidade. Em projetos de alto padrão, sempre especificamos EPDM.
O silicone de cura acetática libera ácido acético durante a cura, que corrói o alumínio e as ferragens ao longo do tempo. O silicone de cura neutra não tem essa reação, mantém a elasticidade e a aderência por muito mais tempo, e é o produto correto para uso em esquadrias de alumínio.
A NBR 10821 define os critérios de ensaio para esquadrias externas, incluindo testes de estanqueidade à água sob pressão de vento. Esquadrias que seguem essa norma foram projetadas e testadas para não infiltrar em condições de chuva e vento — é o parâmetro técnico que diferencia uma esquadria de alto desempenho de uma esquadria apenas esteticamente bonita.
Sim. A Central Vidros e Esquadrias garante estanqueidade nas instalações em Mogi das Cruzes, Suzano, Atibaia e Riviera de São Lourenço — com drenos corretamente usinados, vedações em EPDM e selagem com silicone de cura neutra como processo padrão de instalação.
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