O ambiente litorâneo é o mais agressivo para esquadrias de alumínio. A combinação de salinidade, umidade constante, vento e radiação UV intensa exige materiais e processos específicos — e conhecimento técnico para especificá-los corretamente.
A salinidade do ar litorâneo ataca de três formas simultâneas: corrói parafusos de aço comum em meses, deteriora borrachas convencionais que ressecam e perdem vedação, e deposita cristais de sal na superfície do alumínio que, sem limpeza adequada, iniciam processo de oxidação superficial.
Maicon Cerqueira — Engenheiro Civil, Diretor da Central Vidros: “Atendemos projetos em Bertioga, Riviera e Guarujá regularmente. O erro mais comum que vejo é usar inox 304 achando que é suficiente — não é. Para litoral, é inox 316 ou o problema aparece em menos de 3 anos. A diferença de custo é pequena; a diferença de durabilidade é enorme.”
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